sexta-feira, 14 de junho de 2013

Khan Academy. 2.

Continuando com o livro de Salman Khan, "Um mundo, Uma escola" venho abordar os pontos que mais me chamaram a atenção dos assuntos abordados. As implicações sociais do que ele pretende fazer, do que fez, e o que acha do modelo educacional vigente são os pontos mais importantes, e é sobre eles que falarei um pouco.

A importância da educação é um pontos principal. Todo sabem, pelo discurso consuetudinário do mundo ocidental o que se deve fazer da vida: estudar e ter um diploma para assegurar seu futuro. Porém Salman vai mais além, em dois pontos: 1. Dizendo que educação não é simplesmente questão oportunidade chance de arrumar emprego, mas questão de dignidade. 2, A necessidade de se ter uma população educada como pré-requisito para a manutenção do ideal justo e democrático. Não pretendo desenvolver a fundo esses dois pontos, mas se pararmos para pensar 30 segundos veremos o qual profundas são esses pontos de reflexão.

Salman aborda a como conhecimento ocorre no cérebro, mostrando como ele ocorre fisicamente com proteínas e sinapses, e passa para a história do formato de educação como conhecemos hoje. Uma escola, com salas, e professores em cada uma delas com 20-100 alunos para cada professor. Esse modelo teve origem na Prússia e tonha como objetivo preparar uma população com conhecimento mínimo para poder trabalhar, selecionando os melhores par se aprofundarem em conceitos mais avançados. Era uma meritocracia limitada, pois havia a necessidade de um grande número de pessoas não serem concideradas merecedoras de continuarem estudando para se prover mão de obra suficiente para um sociedade que passava pela primeira revolução industrial. Engenheiros e administradores pensando pela massa operários como e o que fazer.

Esse modelo funcionou para o que se queria na época, foi exportado para o mundo todo, a questão é que, esse modelo ultrapassado, com um objetivo datado ainda permanece mesmo com todas as mudanças e desafios que a sociedade de hoje impõe. Essa sociedade na qual as empresas buscam os funcionáiros mais criativos, com maior capacidade de resolver problemas independentemente e com paixão e iniciativa tem um modelo de educação que tem como objetivo a passividade intelectual, o esmagamento da criativdade e a dependeência de ordens para que alguma ação seja tomada. A contradição e o prejuízo que o mundo sofre com essa contradição é indizível.

Os problemas das avaliações, como ferramentas falhas são extensamente abordadas no livro, pois elas pedem um conteúdo específico, e não são capazes de assinalar a criatividade do aluno. Ela mostra se o aluno sabe o que deve saber, e não o quanto ele poderia saber, por qual outro angulo inédito ele vê um problema e como pode-se perder um gênio quando se diz o que ele deve responder, e não como se pode pensar aquele problema.

O livro, é muito, mas muito interessante para repensarmos a educação e a nossa sociedade como um todo, dá um um misto de tristeza e medo do que podemos esperar pro futuro, mas também dá uma esperança de que sempre haverão pessoas fazendo coisas boas e beneficiando as outras, e quantas vidas serão poderão ser refeitas com o desenrolar das idéias apresentadas no livro.

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