Sono... mas tenho que publicar isso, senão não vou poder continuar lendo essa porra desse livro. Vou perder o raciocínio.
O primeiro hábito é a Proatividade, que não se limita a tomar a iniciativa superficialmente, e sim profundamente. Isso implica não apenas tomar a iniciativa para si como também a responsabilidade integral dos nossos atos. Sim, a responsabilidade toda, sem nenhuma transferência de culpa para qualquer circunstância externa ou pressão social, isso também é o dever de um líder e de um companheiro amoroso, o de mostrar ás pessoas amada (filhos, amigos, e ect.) a real extensão das consequências de seus atos, e chamá-los à responsabilidade dos mesmos. O meio em que vivemos, as circunstâncias que nos rodeiam certamente nos influenciam, porém nos esquema de ação/reção existe um intervalo entre os dois.
Quando o meio nos aciona, seja de que forma for, podemos pensar antes de reagir. O condicionamento de viver apenas reagindo às ações externas é digno e típico dos animais, é um determinismo danoso à nossa realização e felicidade. Alguns vivem assim um tempo, outros a vida toda, porém não somo feitos para isso.
O que difere o homem dos animais é a capacidade de refletir sobre si mesmo. Antes de reagirmos as pressões externas existe um intervalo em nosso pensamento, que deve ser cultivado, o intervalo de pensar antes de agir, ao invés de reagir sempre como um rato de laboratório ou um cão treinado.
Pensar antes de agir é ter claro que apesar das circunstâncias gerais a decisão é sua. Única e exclusivamente sua. Isso nos força a ver a realidade das nossas ações e suas consequências. Um exemplo que o autor usa são os filmes hollywoodianos nos quais os sentimentalismo controla as pessoas. Se você deixar seus sentimentos comandarem será um refém dos mesmos. "Pessoas proativas subordinam sentimentos à valores".
Compreender as consequências de nossos atos nos leva à outro ponto. Segundo o autor, existem dois círculos na vida de todas as pessoas: o círculo daquilo que podemos influenciar, e o circulo daquilo que não podemos influenciar. O Círculo de Influência e o Círculo de Preocupação, respectivamente como os chama o autor. As pessoas reativas focam suas energias no Círculo de Preocupação, tudo o que elas não pode resolver. Porém, quando tomamos a iniciativa de nossa vida, nos focamos naquilo que podemos fazer. E fazemos. Dentro de nosso Círculo de Influência, daquilo que podemos resolver, existem três tipos de problemas:
- Problemas de controle direto, que são problemas que são resolvidos quando mudamos nossas atitudes, coisas que podem ser resolvidas se mudarmos apenas a nós mesmos.
- Problemas de controle indireto, os quais dependem não só da gente para serem resolvidos, mas de outros, e nos quais devemos trabalhar nossa relação com as pessoas para podermos resolvê-los.
- Problemas de controle inexistente, coisas que não temos controle algum, como eventos passados, e coisas que podem acontecer futuramente alheias à nossa vontade. Segue uma citação muito boa para esses problemas, que toca no ponto forte da proatividade:
"O primeiro passo para a solução de um problema, seja ele de controle direto, indireto inexistente está ao nosso alcance. Modificar nossos hábitos, modificar nossos métodos de influência e modificar o modo como vemos os problemas de controle inexistente são metas contidas dentro no nosso Círculo de Influência".
O Círculo de Preocupação foca no "ter" como condição para a realização de mudanças ou tomada de ações. Ex: se eu tivesse isso, faria isso, se eu tivesse aquilo teria aquilo, ou resolver aquilo.
Quando focamos no "ser" ao invés de "ter" tomamos à frente da situação, e sendo aquilo que há de melhor para lidar com ela, como diz Gandhi:
"Seja a mudança que você quer ver".
Bem sintético, pois to com sono. Bjundas.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
domingo, 29 de janeiro de 2012
AK-47 A Arma Que Mudou a Guerra. Larry Kahaner.
Nesse post eu interrompo por ora a sequência das minha impressões sobre o outro livro e venho falar deste. Faz tempo, mais de um ano eu acho, que tenho vontade de ler esse livro, simplesmente pelo título do mesmo. Tinha em mente ler esse livro rapidamente só por lazer, mas meu... ele abrange questões históricas, militares, geopolíticas e até culturais, que envolvem o famoso Fuzil que senti vontade de escrever sobre ele.
O livro conta sobre quando Mikhail Timofeevich Kalashnikov, um tenente de cavalaria, com algum conhecimento de mecânica, russo, lutou na segunda guerra, teve seu tanque atingido sendo o único da tripulação a sobreviver. No hospital, enquanto se recuperava, fez inúmeros esboços da arma que viria a ser o AK (Avtomatik Kalashnikov), movido pela obsessão de fazer uma arma que levaria sua Nação a vitória sobre os alemães e acabar com a guerra. Não conseguiu. Porém sua experiência como mecânico e experiência em combate aliados com sua vontade de fazer uma arma "pau pra toda obra" tiveram resultados.
Na segunda guerra mundial os alemães já tinham projetado e fabricado uma arma da nova geração. Uma arma de repetição, que carregava uma munição maior e mais destrutiva e com mais alcance do que as sub-metralhadoras que disparavam cartuchos com calibre de pistolas, porém com calibres menores do que as metralhadoras, muito pesadas e que necessitavam de um suporte para serem usadas, sendo utilizadas sobre veículos, em pontos fixos como bunkers e trincheiras. Essa arma era a o Sturmgewerhr 44, ST-44.
Apesar de ser considerado o primeiro fuzil de assalto do mundo, eles chupinharam essa ideia de um russo, pró-tzar (Vladmir Federov, avtomat Federov era o nome de sua arma), que tinha desenvolvido originalmente o conceito de uma arma com munição intermediária que proporcionariam grandes estragos por tropas infantes regulares.
O livro segue discorrendo sobre a historia do desenvolvimento do fuzil, de suar versões até chegar a original, que conhecemos, que só ficou pronta em 1947. Na corrida armamentista da Guerra-fria a Russia usava a arma para agariar países á sua causa, vendendo, doando, e dando concessões para que diversos países os fabricassem na sua própria pátria. Isso inundou o mundo com a AKs, sem contar o fato de que com o desmantelamento da União Soviética, com os arsenais militares transbordando de AKs e precisando de dinheiro, muitas nações na antiga URSS venderam essas armas para quem quisessem comprar.
Nações da África e do Oriente Médio foram os principais compradores/recebedores dessas armas, para financiar suas lutas de independência e guerras tribais. Os EUA e outros países não perceberam o quanto erras armas eram perigosas, até o vietnã.
No Vietnã a coisa ficou feia, quando toda a tecnologia da França e EUA pereceram ante combatentes de 1.5 de altura e 48 quilos que faziam oposição ferrenha ao soldados de constituição gaulesa/anglo-saxônica. De igual pra igual, principalmente por causa das armas, o AR-15, projetado pelos EUA como Fuzil de assalto padrão do exercito, não era páreo para a resistência do AK. Por ser concebido com medidas mais folgadas e com mecânica simples não cedia as interpéries do tempo, ao contrario dos AR-15 / M-16 dos americanos, que frequentemente emperravam deixando os combatentes ocidentais indefesos ante os vietcongues. Como diz o livro, a reputação do AK foi construída das plantações de arroz.
Na África e no Oriente médio as potências ocidentais realmente sentiram o poder do AK, quando soldados-criança, de 7 a 14 anos promoviam genocídios por rivalidades tribais, matando, pilhando, estuprando, mutilando em troca de drogas e dinheiro dos comandantes dessas guerrilhas. Filmes como Diamante de Sangue, Hotel Ruanda e Senhor das Armas falam disso.
O livro segue para a America latina, falando de Nicarágua, Sandinistas, traficantes, CIA, Panamá, Colômbia, Venezuela e ect. Essa parte impressiona e enoja pela corrupção e sujeiras dos governos dos EUA, mais especificamente da CIA, dos traficantes que usam ideologias politicas e dos grandes traficantes de armas. Agradeço a Deus por morar no Brasil. Pois tenho a impressão que o flagelo dos AKs não adentrou nosso país, sejam quais forem os motivos. Imagino o que aconteceria se o PCC ou o CV conseguisse um grande carregamento de AKs. Com armas uniformizadas, e as facilidades logísticas que elas proporcionam o Brasil realmente correria (mais) perigo.
Uma das partes mais interessantes, e que realmente me motivou a publicar esse texto foi a parte que fala sobre o encontro de Mikhail Kalashnikov com Eugene Stoner, inventor do M-16, o principal rival do AK, culturalmente falando. Sim culturalmente, pois militarmente a historia do AK é superior.
No encontro Stoner explica que recebe um dólar para cada M-16 vendido no mundo (imaginando que existem uns 6 milhões desses no mundo), enquanto Kalashnikov teve de ter roupas compradas pelas pessoas que o trouxeram para os EUA, pois não tinha roupas com um minimo de condições para um encontro casual que fosse (a passagem e a viagem também foi paga por estas pessoas, entusiastas de armas, caçadores e de assuntos militares). Nesse encontro ele explicou que nunca recebeu nada pela sua invenção, pois tudo era do governo soviético. Ele era um herói nacional, porém não tinha dinheiro para viajar para fora do país.
Em uma visita a um campo de treinamento dos fuzileiros naval dos EUA:
"Kalashnikov, recebeu elogios inesperados do general de divisão Mattew P. Caulfield, que era o comandante adjunto de treinamento e educação, e diretor do Centro Aeroterrestre de Treinamento e de Educação dos Fuzilediroa Navais. Caufield comentou com o inventor: Eu tenho que admitir que pessoalmente preferiria disparar a sua arma em combate, Mr. Kalashinikov.
Esse cândido comentário veio de um soldado profissional que, como capitão, tinha comandado uma companhia no Vietnã."
Isso é mais uma prévia, pois não terminei o livro ainda, mas recomendo. Essencial para entender a balança de poderes que levam o mundo para lá e pra cá em seus conflitos e cessar-fogo. Ele não conta apensas a historia da arma, conta como, um homem determinado ( por vezes uma criança) armado com um fuzil, pode fazer valer sua vontade, e se forem muitos homens armados, podem conduzir um país à sua vontade mantendo distante qualquer outro poder militar que queira interferir. Não imptorando quanta tecnologia militar eles tenham à disposição,
"Aquele fuzil pendurado na parede do apartamento da classe trabalhadora ou na cabana do operário é o símbolo da democracia. É nosso dever cuidar para que ele fique lá." - George Orwell.
O livro conta sobre quando Mikhail Timofeevich Kalashnikov, um tenente de cavalaria, com algum conhecimento de mecânica, russo, lutou na segunda guerra, teve seu tanque atingido sendo o único da tripulação a sobreviver. No hospital, enquanto se recuperava, fez inúmeros esboços da arma que viria a ser o AK (Avtomatik Kalashnikov), movido pela obsessão de fazer uma arma que levaria sua Nação a vitória sobre os alemães e acabar com a guerra. Não conseguiu. Porém sua experiência como mecânico e experiência em combate aliados com sua vontade de fazer uma arma "pau pra toda obra" tiveram resultados.
Na segunda guerra mundial os alemães já tinham projetado e fabricado uma arma da nova geração. Uma arma de repetição, que carregava uma munição maior e mais destrutiva e com mais alcance do que as sub-metralhadoras que disparavam cartuchos com calibre de pistolas, porém com calibres menores do que as metralhadoras, muito pesadas e que necessitavam de um suporte para serem usadas, sendo utilizadas sobre veículos, em pontos fixos como bunkers e trincheiras. Essa arma era a o Sturmgewerhr 44, ST-44.
Apesar de ser considerado o primeiro fuzil de assalto do mundo, eles chupinharam essa ideia de um russo, pró-tzar (Vladmir Federov, avtomat Federov era o nome de sua arma), que tinha desenvolvido originalmente o conceito de uma arma com munição intermediária que proporcionariam grandes estragos por tropas infantes regulares.
O livro segue discorrendo sobre a historia do desenvolvimento do fuzil, de suar versões até chegar a original, que conhecemos, que só ficou pronta em 1947. Na corrida armamentista da Guerra-fria a Russia usava a arma para agariar países á sua causa, vendendo, doando, e dando concessões para que diversos países os fabricassem na sua própria pátria. Isso inundou o mundo com a AKs, sem contar o fato de que com o desmantelamento da União Soviética, com os arsenais militares transbordando de AKs e precisando de dinheiro, muitas nações na antiga URSS venderam essas armas para quem quisessem comprar.
Nações da África e do Oriente Médio foram os principais compradores/recebedores dessas armas, para financiar suas lutas de independência e guerras tribais. Os EUA e outros países não perceberam o quanto erras armas eram perigosas, até o vietnã.
No Vietnã a coisa ficou feia, quando toda a tecnologia da França e EUA pereceram ante combatentes de 1.5 de altura e 48 quilos que faziam oposição ferrenha ao soldados de constituição gaulesa/anglo-saxônica. De igual pra igual, principalmente por causa das armas, o AR-15, projetado pelos EUA como Fuzil de assalto padrão do exercito, não era páreo para a resistência do AK. Por ser concebido com medidas mais folgadas e com mecânica simples não cedia as interpéries do tempo, ao contrario dos AR-15 / M-16 dos americanos, que frequentemente emperravam deixando os combatentes ocidentais indefesos ante os vietcongues. Como diz o livro, a reputação do AK foi construída das plantações de arroz.
Na África e no Oriente médio as potências ocidentais realmente sentiram o poder do AK, quando soldados-criança, de 7 a 14 anos promoviam genocídios por rivalidades tribais, matando, pilhando, estuprando, mutilando em troca de drogas e dinheiro dos comandantes dessas guerrilhas. Filmes como Diamante de Sangue, Hotel Ruanda e Senhor das Armas falam disso.
O livro segue para a America latina, falando de Nicarágua, Sandinistas, traficantes, CIA, Panamá, Colômbia, Venezuela e ect. Essa parte impressiona e enoja pela corrupção e sujeiras dos governos dos EUA, mais especificamente da CIA, dos traficantes que usam ideologias politicas e dos grandes traficantes de armas. Agradeço a Deus por morar no Brasil. Pois tenho a impressão que o flagelo dos AKs não adentrou nosso país, sejam quais forem os motivos. Imagino o que aconteceria se o PCC ou o CV conseguisse um grande carregamento de AKs. Com armas uniformizadas, e as facilidades logísticas que elas proporcionam o Brasil realmente correria (mais) perigo.
Uma das partes mais interessantes, e que realmente me motivou a publicar esse texto foi a parte que fala sobre o encontro de Mikhail Kalashnikov com Eugene Stoner, inventor do M-16, o principal rival do AK, culturalmente falando. Sim culturalmente, pois militarmente a historia do AK é superior.
No encontro Stoner explica que recebe um dólar para cada M-16 vendido no mundo (imaginando que existem uns 6 milhões desses no mundo), enquanto Kalashnikov teve de ter roupas compradas pelas pessoas que o trouxeram para os EUA, pois não tinha roupas com um minimo de condições para um encontro casual que fosse (a passagem e a viagem também foi paga por estas pessoas, entusiastas de armas, caçadores e de assuntos militares). Nesse encontro ele explicou que nunca recebeu nada pela sua invenção, pois tudo era do governo soviético. Ele era um herói nacional, porém não tinha dinheiro para viajar para fora do país.
Em uma visita a um campo de treinamento dos fuzileiros naval dos EUA:
"Kalashnikov, recebeu elogios inesperados do general de divisão Mattew P. Caulfield, que era o comandante adjunto de treinamento e educação, e diretor do Centro Aeroterrestre de Treinamento e de Educação dos Fuzilediroa Navais. Caufield comentou com o inventor: Eu tenho que admitir que pessoalmente preferiria disparar a sua arma em combate, Mr. Kalashinikov.
Esse cândido comentário veio de um soldado profissional que, como capitão, tinha comandado uma companhia no Vietnã."
Isso é mais uma prévia, pois não terminei o livro ainda, mas recomendo. Essencial para entender a balança de poderes que levam o mundo para lá e pra cá em seus conflitos e cessar-fogo. Ele não conta apensas a historia da arma, conta como, um homem determinado ( por vezes uma criança) armado com um fuzil, pode fazer valer sua vontade, e se forem muitos homens armados, podem conduzir um país à sua vontade mantendo distante qualquer outro poder militar que queira interferir. Não imptorando quanta tecnologia militar eles tenham à disposição,
"Aquele fuzil pendurado na parede do apartamento da classe trabalhadora ou na cabana do operário é o símbolo da democracia. É nosso dever cuidar para que ele fique lá." - George Orwell.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Livro de Auto-Ajuda !? Introdução pt 2.
Todos nomes que são propriedades registradas são citados aqui para reflexão, exposição e entretenimento, sem nenhum fim lucrativo. Tenho um exemplar comprado do livro.
Com esse frio, a chuva la fora, na minha cama, um Bob dailan na oreia...
melhor só com a minha menina... mas tudo bem. Chega de nostalgia do presente! Hoje vou transcrever a segunda parte das minha impressões-resumo da introdução do livro. Sim, no post anterior eu havia dito que no próximo haveria o inicio no primeiro capítulo, contudo, porém, todavia, entretanto eu esqueci que a introdução do capítulo tem mais coisa importante... véi, esse livro tem trechos muito bons em quantidade muito grande, por isso esse resumo. No geral eu simplesmente utilizo citações que sintetizam toda a idéia, mas com esse livro não rola, tudo é muito interligado e as idéias devem ser expostas com conceitos claros e coesos para podermos compreender a logica utilizada pelo autor. Sem mais, segue o resumo.
O capítulo introdutório segue com outro conceito de fundamental importância, apesar de meio estranho, pois ele analisa e quantifica a forma como lidamos com as coisa como se fosse uma razão de proporção matemática, e apesar de não o ser, funciona da mesma maneira: a P/CP. Onde P é o Produto, e CP é o Custo de Produção. Esse é o equilíbrio (ou desequilíbrio) entre os benefícios e os meios utilizados para consegui-lo. Os benefícios, serão o Produto, e os meios que os proporcionam é o Custos de Produção. Isso vale para bens materiais, bens financeiros e para relacionamentos.
O autor utiliza a história da galinha dos ovos de outro para ilustrar esse conceito.
Um dia um fazendeiro ao ir recolher os ovos de sua galinha preferida se espanta ao encontrar um ovo de ouro maciço! Todos os dias ele vai até o galinheiro e recolhe o ovo de ouro, se torna muito rico vendendo os ovos. Pensando em como poderia fazer para ficar mais rico, decide matar a galinha e pegar todos os ovos de uma vez. Quando abre a pobre galinha ele não encontra ovo nenhum. Em sua ânsia de se tonar mais rico ele sacrificou a fonte de toda a sua riqueza. Nesse exemplo, os ovos são P (produto) e a galinha é o CP (custo de produção). Quando nos focamos apenas em P, esquecemos de cuidar da CP, isso faz com que coloquemos tudo à perder, pois não cuidamos daquilo que nos dá o determinado benefício. Também, quando focamos apenas em CP, somos como aquelas pessoas que tem um carro que é seu xodó, o lavam sempre que possível, gastam dinheiro com qualquer eventual problema que ocorra, porém não o usa, para que ele não estrague. Não desfruta do conforto que o carro pode lhes proporcionar. O melhor exemplo prático do conceito é o que segue, extraído do livro:
"Quando duas pessoas em um casamento estão mais preocupadas em conseguir os ovos de ouro, os benefícios, com frequência agem de maneira insensível, sem consideração pelo outro, negligenciando a boa vontade e a cortesia, tão importantes em um relacionamento profundo. Passam a lançar mão de estratégias para manipular o outro, concentrando-se em suas próprias necessidades para justificar atitude tomada e ficam procurando provas de que o outro sempre está errado. O amor, a delicadeza, o enriquecimento mútuo e a espontaneidade começam a se deteriorar. A galinha dos ovos de ouro mostra-se enferma a cada dia."
Deve-se cuidar do corpo para poder aproveitá-lo melhor. Deve-se cuidar da mente para gozar os benefícios integrais da mesma. Deve-se cuidar dos sentimentos para podermos aproveitar o melhor de cada um deles. O equilíbrio entre P/CP deve ser o foco. O equilíbrio é sinônimo de eficácia.
No próximo post sim, o primeiro capítulo.
Mister Dylan ao fundo neste momento "desolation row... fórifóóó!!!"
Com esse frio, a chuva la fora, na minha cama, um Bob dailan na oreia...
melhor só com a minha menina... mas tudo bem. Chega de nostalgia do presente! Hoje vou transcrever a segunda parte das minha impressões-resumo da introdução do livro. Sim, no post anterior eu havia dito que no próximo haveria o inicio no primeiro capítulo, contudo, porém, todavia, entretanto eu esqueci que a introdução do capítulo tem mais coisa importante... véi, esse livro tem trechos muito bons em quantidade muito grande, por isso esse resumo. No geral eu simplesmente utilizo citações que sintetizam toda a idéia, mas com esse livro não rola, tudo é muito interligado e as idéias devem ser expostas com conceitos claros e coesos para podermos compreender a logica utilizada pelo autor. Sem mais, segue o resumo.
O capítulo introdutório segue com outro conceito de fundamental importância, apesar de meio estranho, pois ele analisa e quantifica a forma como lidamos com as coisa como se fosse uma razão de proporção matemática, e apesar de não o ser, funciona da mesma maneira: a P/CP. Onde P é o Produto, e CP é o Custo de Produção. Esse é o equilíbrio (ou desequilíbrio) entre os benefícios e os meios utilizados para consegui-lo. Os benefícios, serão o Produto, e os meios que os proporcionam é o Custos de Produção. Isso vale para bens materiais, bens financeiros e para relacionamentos.
O autor utiliza a história da galinha dos ovos de outro para ilustrar esse conceito.
Um dia um fazendeiro ao ir recolher os ovos de sua galinha preferida se espanta ao encontrar um ovo de ouro maciço! Todos os dias ele vai até o galinheiro e recolhe o ovo de ouro, se torna muito rico vendendo os ovos. Pensando em como poderia fazer para ficar mais rico, decide matar a galinha e pegar todos os ovos de uma vez. Quando abre a pobre galinha ele não encontra ovo nenhum. Em sua ânsia de se tonar mais rico ele sacrificou a fonte de toda a sua riqueza. Nesse exemplo, os ovos são P (produto) e a galinha é o CP (custo de produção). Quando nos focamos apenas em P, esquecemos de cuidar da CP, isso faz com que coloquemos tudo à perder, pois não cuidamos daquilo que nos dá o determinado benefício. Também, quando focamos apenas em CP, somos como aquelas pessoas que tem um carro que é seu xodó, o lavam sempre que possível, gastam dinheiro com qualquer eventual problema que ocorra, porém não o usa, para que ele não estrague. Não desfruta do conforto que o carro pode lhes proporcionar. O melhor exemplo prático do conceito é o que segue, extraído do livro:
"Quando duas pessoas em um casamento estão mais preocupadas em conseguir os ovos de ouro, os benefícios, com frequência agem de maneira insensível, sem consideração pelo outro, negligenciando a boa vontade e a cortesia, tão importantes em um relacionamento profundo. Passam a lançar mão de estratégias para manipular o outro, concentrando-se em suas próprias necessidades para justificar atitude tomada e ficam procurando provas de que o outro sempre está errado. O amor, a delicadeza, o enriquecimento mútuo e a espontaneidade começam a se deteriorar. A galinha dos ovos de ouro mostra-se enferma a cada dia."
Deve-se cuidar do corpo para poder aproveitá-lo melhor. Deve-se cuidar da mente para gozar os benefícios integrais da mesma. Deve-se cuidar dos sentimentos para podermos aproveitar o melhor de cada um deles. O equilíbrio entre P/CP deve ser o foco. O equilíbrio é sinônimo de eficácia.
No próximo post sim, o primeiro capítulo.
Mister Dylan ao fundo neste momento "desolation row... fórifóóó!!!"
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Livro de Auto-Ajuda !? Stephen R. Covey e os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes.
Todos nomes que são propriedades registradas são citados aqui para reflexão, exposição e entretenimento, sem nenhum fim lucrativo. Tenho um exemplar comprado do livro.
Algum tempo sem postar nada, e atendendo ao pedido de todas as pessoas que lêem este blog (1 pessoa, contando comigo) venho com mais um texto.
Geralmente me inspiro bastante para escrever quando leio coisas que me fazem realmente pensar sobre eu e o mundo, principalmente quando essa leitura é o que eu realmente estava esperando. Há um bom tempo não sentia tesão por um livro que exigia paciência para ler, mas este cumpriu todos esses requistos. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. Terminei o primeiro capítulo e a introdução e to morrendo de vontade de ler tudo, mas antes de seguir no livro tive de fazer algumas anotações e resumir o primeiro capítulo, pois... é informação demais. Acreditem. Se eu não fizesse esse texto perderia muita informação. Hoje ficarei mais na exposição das idéias do autor e futuramente, se rolar os outros textos, eu falo o que acho, já que a minha opinião é tudo o que as pessoas querem nesse blog (tuntá! Digdin!).
O livro começa com a idéia de que as relações humanas, pessoais e interpessoais, seguem regras nem sempre claras as pessoas. Esses são os valores, ou Princípios, tais como honestidade, sinceridade, bondade e ect. (Acho que aquilo que as pessoas geralmente chamam de politicamente correto). Essas regras quando usadas e seguidas da maneira correta conduzem ao sucesso nas relações entre as pessoas interna e externamente.
Algumas vezes fazemos as coisas, ou agimos com as pessoas seguindo nossos princípios, achando que estamos fazendo a coisa mais correta possível, e tudo dá errado, não sai como esperávamos. Isso acontece pois não estamos conduzindo nossas relações com base nos princípios naturais que regem as relações humanas.
O autor usa o exemplo de que se quisermos andar em uma cidade, devemos ter o mapa correto desta cidade. Usando o mapa certo, chegamos ao lugar almejado. A cidade são as regras, princípios que regem as relações humanas. O mapa são os princípios que aquela pessoa segue como verdadeiro, para se guiar nas cidade dos relacionamentos (vale dizer que quando falo de relacionamento, isso barca todos os campos da nossa vida, pois temos de nos relacionar com nós mesmos, e com os outros em casa, no trabalho, e ect.).
Se tivermos como base o mapa, ou os princípios, errados não conseguimos nos guiar com eficácia na cidade (relacionamentos).
Poi isso, todas as relações humanas devem estar baseadas nesses princípios, não superficialmente, mas profundamente. Dada a dificuldade de se mudar nossos princípios ou paradigmas, como chama o autor, que são as lentes com as quais vemos o mundo, nossas opiniões e ect, o autor atenta á importância de cultivar alguns hábitos, baseados na experiência e na reflexão, que conduzam á mudanças da forma como vemos o mundo, nos paradigmas, nos princípios que carregamos.
Os chamados 7 hábitos, nos conduziriam da Dependência, em todos os campos da nossa vida até a Independência, e depois até a Interdependência. Do primeiro nível no qual culpamos os outros e a circunstâncias por nossa vida, dependendo de fatores externos para a a mudança, até o segundo onde não dependemos de ninguém pois percebemos nosso poder e nossa capacidade, e no ultimo quando superamos o egoismo da segunda fase e percebemos a real capacidade que as pessoas tem de realizar grandes coisas juntas. Esse três estados podem ser vistos claramente no ciclo vital humano, como a dependência das crianças, até a independência dos adultos, até a sabedoria da interdependência da maturidade.
O livro segue com o início do primeiro capítulo, quando trata do primeiro hábito, a Proatividade. Já adianto que proatividade não é apenas tomar a iniciativa, segundo o autor, essa é a face superficial da proatividade, mas ela é sim muito mais profunda, como assumir certas responsabilidades geralmente não pensamos em fazer.
Isso fica pro próximo post.
Algum tempo sem postar nada, e atendendo ao pedido de todas as pessoas que lêem este blog (1 pessoa, contando comigo) venho com mais um texto.
Geralmente me inspiro bastante para escrever quando leio coisas que me fazem realmente pensar sobre eu e o mundo, principalmente quando essa leitura é o que eu realmente estava esperando. Há um bom tempo não sentia tesão por um livro que exigia paciência para ler, mas este cumpriu todos esses requistos. Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes. Terminei o primeiro capítulo e a introdução e to morrendo de vontade de ler tudo, mas antes de seguir no livro tive de fazer algumas anotações e resumir o primeiro capítulo, pois... é informação demais. Acreditem. Se eu não fizesse esse texto perderia muita informação. Hoje ficarei mais na exposição das idéias do autor e futuramente, se rolar os outros textos, eu falo o que acho, já que a minha opinião é tudo o que as pessoas querem nesse blog (tuntá! Digdin!).
O livro começa com a idéia de que as relações humanas, pessoais e interpessoais, seguem regras nem sempre claras as pessoas. Esses são os valores, ou Princípios, tais como honestidade, sinceridade, bondade e ect. (Acho que aquilo que as pessoas geralmente chamam de politicamente correto). Essas regras quando usadas e seguidas da maneira correta conduzem ao sucesso nas relações entre as pessoas interna e externamente.
Algumas vezes fazemos as coisas, ou agimos com as pessoas seguindo nossos princípios, achando que estamos fazendo a coisa mais correta possível, e tudo dá errado, não sai como esperávamos. Isso acontece pois não estamos conduzindo nossas relações com base nos princípios naturais que regem as relações humanas.
O autor usa o exemplo de que se quisermos andar em uma cidade, devemos ter o mapa correto desta cidade. Usando o mapa certo, chegamos ao lugar almejado. A cidade são as regras, princípios que regem as relações humanas. O mapa são os princípios que aquela pessoa segue como verdadeiro, para se guiar nas cidade dos relacionamentos (vale dizer que quando falo de relacionamento, isso barca todos os campos da nossa vida, pois temos de nos relacionar com nós mesmos, e com os outros em casa, no trabalho, e ect.).
Se tivermos como base o mapa, ou os princípios, errados não conseguimos nos guiar com eficácia na cidade (relacionamentos).
Poi isso, todas as relações humanas devem estar baseadas nesses princípios, não superficialmente, mas profundamente. Dada a dificuldade de se mudar nossos princípios ou paradigmas, como chama o autor, que são as lentes com as quais vemos o mundo, nossas opiniões e ect, o autor atenta á importância de cultivar alguns hábitos, baseados na experiência e na reflexão, que conduzam á mudanças da forma como vemos o mundo, nos paradigmas, nos princípios que carregamos.
Os chamados 7 hábitos, nos conduziriam da Dependência, em todos os campos da nossa vida até a Independência, e depois até a Interdependência. Do primeiro nível no qual culpamos os outros e a circunstâncias por nossa vida, dependendo de fatores externos para a a mudança, até o segundo onde não dependemos de ninguém pois percebemos nosso poder e nossa capacidade, e no ultimo quando superamos o egoismo da segunda fase e percebemos a real capacidade que as pessoas tem de realizar grandes coisas juntas. Esse três estados podem ser vistos claramente no ciclo vital humano, como a dependência das crianças, até a independência dos adultos, até a sabedoria da interdependência da maturidade.
O livro segue com o início do primeiro capítulo, quando trata do primeiro hábito, a Proatividade. Já adianto que proatividade não é apenas tomar a iniciativa, segundo o autor, essa é a face superficial da proatividade, mas ela é sim muito mais profunda, como assumir certas responsabilidades geralmente não pensamos em fazer.
Isso fica pro próximo post.
Assinar:
Comentários (Atom)