segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Resumo do Primeiro dos Sete Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes.

Sono... mas tenho que publicar isso, senão não vou poder continuar lendo essa porra desse livro. Vou perder o raciocínio.

O primeiro hábito é a Proatividade, que não se limita a tomar a iniciativa superficialmente, e sim profundamente. Isso implica não apenas tomar a iniciativa para si  como também a responsabilidade integral dos nossos atos. Sim, a responsabilidade toda, sem nenhuma transferência de culpa para qualquer circunstância externa ou pressão social, isso também é o dever de um líder e de um companheiro amoroso, o de mostrar ás pessoas amada (filhos, amigos, e ect.) a real extensão das consequências de seus atos, e chamá-los à responsabilidade dos mesmos. O meio em que vivemos, as circunstâncias que nos rodeiam certamente nos influenciam, porém nos esquema de ação/reção existe um intervalo entre os dois.

Quando o meio nos aciona, seja de que forma for, podemos pensar antes de reagir. O condicionamento de viver apenas reagindo às ações externas é digno e típico dos animais, é um determinismo danoso à nossa realização e felicidade. Alguns vivem assim um tempo, outros a vida toda, porém não somo feitos para isso.
O que difere o homem dos animais é a capacidade de refletir sobre si mesmo. Antes de reagirmos as pressões externas existe um intervalo em nosso pensamento, que deve ser cultivado, o intervalo de pensar antes de agir, ao invés de reagir sempre como um rato de laboratório ou um cão treinado.

Pensar antes de agir é ter claro que apesar das circunstâncias gerais a decisão é sua. Única e exclusivamente sua. Isso nos força a ver a realidade das nossas ações e suas consequências. Um exemplo que o autor usa são os filmes hollywoodianos nos quais os sentimentalismo controla as pessoas. Se você deixar seus sentimentos comandarem será um refém dos mesmos. "Pessoas proativas subordinam sentimentos à valores".
Compreender as consequências de nossos atos nos leva à outro ponto. Segundo o autor, existem dois círculos na vida de todas as pessoas: o círculo daquilo que podemos influenciar, e o circulo daquilo que não podemos influenciar. O Círculo de Influência e o Círculo de Preocupação, respectivamente como os chama o autor. As pessoas reativas focam suas energias no Círculo de Preocupação, tudo o que elas não pode resolver. Porém, quando tomamos a iniciativa de nossa vida, nos focamos naquilo que podemos fazer. E fazemos. Dentro de nosso Círculo de Influência, daquilo que podemos resolver, existem três tipos de problemas:
 - Problemas de controle direto, que são problemas que são resolvidos quando mudamos nossas atitudes, coisas que podem ser resolvidas se mudarmos apenas a nós mesmos.
 - Problemas de controle indireto, os quais dependem não só da gente para serem resolvidos, mas de outros, e nos quais devemos trabalhar nossa relação com as pessoas para podermos resolvê-los.
 - Problemas de controle inexistente, coisas que não temos controle algum, como eventos passados, e coisas que podem acontecer futuramente alheias à nossa vontade. Segue uma citação muito boa para esses problemas, que toca no ponto forte da proatividade:

"O primeiro passo para a solução de um problema, seja ele de controle direto, indireto inexistente está ao nosso alcance. Modificar nossos hábitos, modificar nossos métodos de influência e modificar o modo como vemos os problemas de controle inexistente são metas contidas dentro no nosso Círculo de Influência".

O Círculo de Preocupação foca no "ter" como condição para a realização de mudanças ou tomada de ações. Ex: se eu tivesse isso, faria isso, se eu tivesse aquilo teria aquilo, ou resolver aquilo.
Quando focamos no "ser" ao invés de "ter" tomamos à frente da situação, e sendo aquilo que há de melhor para lidar com ela, como diz Gandhi:

"Seja a mudança que você quer ver".

Bem sintético, pois to com sono. Bjundas.

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