Sono... mas tenho que publicar isso, senão não vou poder continuar lendo essa porra desse livro. Vou perder o raciocínio.
O primeiro hábito é a Proatividade, que não se limita a tomar a iniciativa superficialmente, e sim profundamente. Isso implica não apenas tomar a iniciativa para si como também a responsabilidade integral dos nossos atos. Sim, a responsabilidade toda, sem nenhuma transferência de culpa para qualquer circunstância externa ou pressão social, isso também é o dever de um líder e de um companheiro amoroso, o de mostrar ás pessoas amada (filhos, amigos, e ect.) a real extensão das consequências de seus atos, e chamá-los à responsabilidade dos mesmos. O meio em que vivemos, as circunstâncias que nos rodeiam certamente nos influenciam, porém nos esquema de ação/reção existe um intervalo entre os dois.
Quando o meio nos aciona, seja de que forma for, podemos pensar antes de reagir. O condicionamento de viver apenas reagindo às ações externas é digno e típico dos animais, é um determinismo danoso à nossa realização e felicidade. Alguns vivem assim um tempo, outros a vida toda, porém não somo feitos para isso.
O que difere o homem dos animais é a capacidade de refletir sobre si mesmo. Antes de reagirmos as pressões externas existe um intervalo em nosso pensamento, que deve ser cultivado, o intervalo de pensar antes de agir, ao invés de reagir sempre como um rato de laboratório ou um cão treinado.
Pensar antes de agir é ter claro que apesar das circunstâncias gerais a decisão é sua. Única e exclusivamente sua. Isso nos força a ver a realidade das nossas ações e suas consequências. Um exemplo que o autor usa são os filmes hollywoodianos nos quais os sentimentalismo controla as pessoas. Se você deixar seus sentimentos comandarem será um refém dos mesmos. "Pessoas proativas subordinam sentimentos à valores".
Compreender as consequências de nossos atos nos leva à outro ponto. Segundo o autor, existem dois círculos na vida de todas as pessoas: o círculo daquilo que podemos influenciar, e o circulo daquilo que não podemos influenciar. O Círculo de Influência e o Círculo de Preocupação, respectivamente como os chama o autor. As pessoas reativas focam suas energias no Círculo de Preocupação, tudo o que elas não pode resolver. Porém, quando tomamos a iniciativa de nossa vida, nos focamos naquilo que podemos fazer. E fazemos. Dentro de nosso Círculo de Influência, daquilo que podemos resolver, existem três tipos de problemas:
- Problemas de controle direto, que são problemas que são resolvidos quando mudamos nossas atitudes, coisas que podem ser resolvidas se mudarmos apenas a nós mesmos.
- Problemas de controle indireto, os quais dependem não só da gente para serem resolvidos, mas de outros, e nos quais devemos trabalhar nossa relação com as pessoas para podermos resolvê-los.
- Problemas de controle inexistente, coisas que não temos controle algum, como eventos passados, e coisas que podem acontecer futuramente alheias à nossa vontade. Segue uma citação muito boa para esses problemas, que toca no ponto forte da proatividade:
"O primeiro passo para a solução de um problema, seja ele de controle direto, indireto inexistente está ao nosso alcance. Modificar nossos hábitos, modificar nossos métodos de influência e modificar o modo como vemos os problemas de controle inexistente são metas contidas dentro no nosso Círculo de Influência".
O Círculo de Preocupação foca no "ter" como condição para a realização de mudanças ou tomada de ações. Ex: se eu tivesse isso, faria isso, se eu tivesse aquilo teria aquilo, ou resolver aquilo.
Quando focamos no "ser" ao invés de "ter" tomamos à frente da situação, e sendo aquilo que há de melhor para lidar com ela, como diz Gandhi:
"Seja a mudança que você quer ver".
Bem sintético, pois to com sono. Bjundas.
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