Ah... esses últimos dias tenho me admirado como é impressionante o fato de que uns oitenta por cento dos nossos sofrimentos são causados por nós mesmos... sofremos, sofremos até ficarmos putos e fala: vai se fuder, não to aqui pra isso.
É quase incrível como uma simples mudança de postura retoma sua auto-estima, e te coloca rumo ao seu centro novamente. Isso não significa que eu seja um cara que mande no que eu sinto. Não, mas mando sim no modo como os encaro e no modo como vou reagir enquanto eles estão me atormentado.
Uma dos ensinamentos do Budismo é que sofremos mais por não querermos sofrer, por tentar entender, e por ter aversão ao sofrimento do que pelo próprio sofrimento em si. Em todos os sentidos. Quando paramos de tentar arranjar as razões fora de nós, e de ficar arranjando desculpas e explicações e olhamos pro espelho, nos encaramos como pessoas dignas, cheias de valor, com uma capacidade gigantesca e com possibilidades infinitas, além de sabermos que sempre poderemos recomeçar, tudo muda. Deixamos de ser vítimas da vida.
Toda essa explanação tem muito a ver com a parte do livro que chama: Preparando-se para a morte. Segue:
"Seja de alta ou de baixa posição, todo o guerreiro sente a mesma dor quando sua cabeça é decepada, por isso deve-se considerar cuidadosamente como ele deseja ser lembrado. A meta do guerreiro deve ser a de que, quando chegar a sua hora de morrer, ele enfrente seu fim de forma tão corajosa e heróica que impressione tanto seus amigos como seus inimigos, assim seu senhor e comandante sentirão orgulho de sua morte e seu nome continuará a viver nas lendas e seus feitos se tornarão míticos. (...)
De um modo ou de outro a morte virá. Determine agora como você a irá encarar."
Não há mais nada a dizer né? Só repetir essa ultima frase:
De um modo ou de outro a morte virá. Determine agora como você a irá encarar.
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