quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Sobre Suposta Impaciência Palestrina.


 É preciso corajem para ajeitar a casa. Paulo Nobre tomou atitudes corajosas no intuito de mudar o futebol Palmeirense começando pela atribuição de cargos em formato moderno. A contratação de profissionais capacitados para setores estratégicos é o melhor início possível, pois não adiantaria contratar jogadores que remediariam a situação mas não acertariam o cerne do problema. Jogadores não mudam a forma de pensar o futebol dentro e fora das quatro linhas. Todos os craques o foram dentro do gramado. Apenas.

A profissionalização do futebol começando com um diagnóstico extremamente preciso é o primeiro ponto, e foi, ou está, sendo feito. Deve-se ter claro a herança maldita de Mustafá e mais recentemente Tirone e Frizzo (róinctuf!) pesa sobre nós, e seus efeitos se farão sentir durante mais tempo do que gostaria ou admito, mas não é são professar outra coisa senão a realidade.

Porém, pedir paciência ao torcedor é uma piada. Mais do que a temos exercitado?!

Pode-se objetar as ações tomadas por nós, mas não nos peçam paciência, pois esta tem sido a mãe dos palmenrenses há tempos!

O grande ponto a ser tratado com relação as atitudes dos torcedores é que se trata, e prestem muita atenção ás seguintes palavras, do Futebol da Sociedade Esportiva Palmeiras, e quem conhece a realidade que esses signos ortográficos e fonéticos juntos pretendem demonstrar sabe qual profundo é o assunto. Fruto de um dos mais expoentes povos latinos "sangue-quente", o turbilhão de paixão é indizível. A despeito do maior número de nossos adversários, somos conhecidos pela paixão que carregamos no peito e não aceitam esta situação. A diminuição do clube, escamoteada por tanto tempo, culminando em uma crise, no maior significado que esta palavra pode assumir, faz o palmeirense cada vez mais confrontar-se com o limite, por vezes extrapolando-o.

A arrumação vai levar tempo, mas a causalidade cobrará a sua conta enquanto as causas dessa desgraça retumbarem sobre o Alviverde Imponente. E esses efeitos se tornam novas causas, que por sua vez ecoam na torcida. É uma recuperação lenta e dolorosa, e assim vai ser, imagino, pelo próximo ano inteiro.

Deus nos ajude.

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